Somos a Escola Judith Lintz Guedes Machado, localizada no Bairro Bela Vista, na cidade de Leopoldina (MG).
sábado, 2 de junho de 2012
Dez Jogos e Brincadeiras para Educação Infantil
Desenvolver atividades em Educação Infantil não é nada fácil, em
razão dos alunos serem muito pequenos e ainda por não corresponderem de
forma motora a muitas atividades. Assim, seguem algumas sugestões que
poderão auxiliar o professor no cotidiano da sala de aula, bem como fora
dela.
Caixa de Sensações: o professor pode encapar uma caixa de tênis
fazendo um furo em forma de círculo, com dez centímetros de diâmetro. O
professor deverá organizar materiais como retalhos, flocos de algodão,
pedaços de lixa, tampinhas, caixinhas e outros objetos e ir colocando-os
por uma das extremidades, a fim de que a criança, com a mão do outro
lado, identifique o material.
Caminho Colorido: com folhas de papel pardo, faça um caminho para que
as crianças carimbem os pés, com tintas coloridas. É uma atividade que
envolve muito as crianças, e as deixam muito felizes.
Toca do Coelho: Dispor bambolês no pátio da escola de forma que
fiquem duas crianças em cada um e que sobre uma fora do bambolê. Ao
sinal do professor, as crianças deverão trocar de toca, entrando duas em
cada um. Sempre sobrará uma criança fora da toca.
De onde vem o cheiro? A professora irá passar perfume em um paninho e
o esconderá na sala, num lugar fácil, onde os alunos deverão descobrir
de onde vem o cheiro.
Dentro e Fora: Fazer uma forma geométrica bem grande no chão e pedir
que as crianças entrem na delimitação desse espaço. Se quiser o
professor poderá fazer outra forma dentro da que já fez onde irá pedir
que os alunos adentrem também, explorando ainda que se a forma é pequena
eles irão ficar apertados.
Arremesso: O professor fará uma linha no chão, usando fita crepe e as
crianças deverão arremessar garrafinhas plásticas cheias de areia, para
frente. O professor irá medir as distâncias e verificar quem conseguiu
arremessar mais longe. Depois, em sala de aula, poderá fazer um gráfico
explicativo.
Pneus: Esses podem ser usados para várias brincadeiras, como pular
dentro e fora, se equilibrar andando sobre a parte de sua lateral ou
ainda quem consegue rolar o pneu de um determinado lugar até outro sem
deixá-lo cair.
Que som é esse?: Com faixas de tnt preto, vendar os olhos dos alunos e
fazer diferentes barulhos usando instrumentos musicais, latas,
brinquedos, etc., a fim de que as crianças identifiquem os mesmos.
Caixa Surpresa: Com uma caixa de papelão encapada, o professor irá
mandar para a casa de um aluno a fim de que os pais enviem algum
material que possa ser descoberto pelas crianças. O professor vai
fazendo descrições do material, até que as crianças descubram o que é.
Pega-Pega Diferente: Dividir a turma em dois grupos e identificá-los
com lenços ou fitas de cores diferentes. Após o sinal do professor os
grupos deverão pegar uns aos outros e a criança pega deverá ficar num
espaço delimitado pelo professor. Vence o grupo que tiver mais pessoas
que não foram pegas.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
RETIRADO DO CANAL DO EDUCADOR
Marcadores:
educação infantil
Problemas de saúde afastam professores da escola
Pesquisa realizada no Distrito Federal mostra
o empenho dos professores de história em criar um ambiente pedagógico
favorável à criatividade. Os professores ouvidos reconhecem a
necessidade de criar condições para o desenvolvimento do potencial
criativo do aluno e buscam alternativas didáticas inovadoras que possam
tornar o ambiente pedagógico mais atraente.
As conclusões são da
própria autora da pesquisa, Maria de Fátima Magalhães Mariani, que
entrevistou 16 professores de história de 5ª a 8ª série (6º a 9º ano) de
cinco escolas públicas e cinco particulares de Brasília, com dois anos
de experiência, pelo menos. O trabalho fez parte de sua dissertação de
mestrado em psicologia, intitulada Criatividade no trabalho docente segundo professores de história: limites e possibilidades, apresentada em 2001, na Universidade Católica de Brasília.
Professora
de história, já aposentada, com atuação no ensino fundamental e médio
da rede pública do Distrito Federal e nas áreas de alfabetização e
educação de adultos, atualmente Fátima Mariani é aluna de graduação em
psicologia. Na época em que fez a pesquisa, ela trabalhava como
coordenadora pedagógica em uma escola pública de Brasília e observou que
suas limitações no trabalho docente eram semelhantes às dos colegas. “O
que mais me angustiava era não conseguir que todos os meus alunos se
interessassem pelas aulas de história. Nem mesmo com os recursos
audiovisuais conseguia a atenção de todos”, conta Fátima Mariani.
Segundo
ela, as notas em média eram boas, mas tinha muita dificuldade em
conseguir que os alunos fizessem silêncio a fim de explicar o conteúdo.
“No fim do turno estava rouca, estafada e desmotivada.” Ao relacionar
aspectos do trabalho pedagógico com criatividade surgiu a questão: "como
tornar as minhas aulas mais atrativas para mim e para meus alunos?" Foi
aí que pensou que seria interessante conhecer a percepção dos
professores de história sobre criatividade, quais as barreiras e as
possibilidades encontradas no trabalho docente.
Fátima Mariani diz
que a pesquisa selecionou duas categorias de facilitadores e de
limitações relacionadas com a organização do trabalho pedagógico e com
aspectos pessoais de cada participante. Com relação à organização do
trabalho pedagógico, ela salienta que o aluno foi indicado como
facilitador e limitador da expressão criativa do professor. “Este dado é
bastante relevante e deve ser pesquisado, trazendo de novo a questão do
relacionamento professor-aluno”, destaca.
Os facilitadores mais
enfatizados pelos professores foram liberdade e paixão pelo trabalho.
Entre os limitadores, os mais destacados foram a falta de habilidade na
relação com o aluno, o medo de desafios, falta de tempo, sobrecarga de
trabalho e exigências administrativas.
“Descobri que não há muita
diferença entre os docentes dos dois tipos de escola quanto aos
problemas pedagógicos, diz Fátima Mariani. De maneira geral acredita, as
semelhanças são relativas a problemas na relação professor-aluno e
queixas dos professores com relação às instituições, tais como rigidez,
estruturas fechadas à inovação e pouca abertura à participação da
comunidade escolar nas decisões da escola.
(Fátima Schenini)
Matéria publicada no Portal do Professor do MEC
Estamos de volta!!!
Amigos, depois de quase dois anos sem ser atualizado (uma vergonha, nós sabemos), o blog da Escola Municipal Judith Lintz Guedes Machado está de volta.
Estamos de cara nova e, a partir de hoje, traremos muitas novidades sobre nossa escola, nossos professores e alunos, além de matérias sobre a educação no Brasil e no mundo e dicas de atividades escolares.
Não deixe de nos acompanhar!
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Poesias finalistas do Concurso de Poesias e Contos
A pedidos , estamos disponibilizando as seis poesias selecionadas para a final do Concurso de Contos e Poesias da nossa escola. Os contos, tentaremos postar depois, uma vez que terão que ser novamente digitados.
A Escola Municipal Judith Lintz no Concurso de Poesias Augusto dos Anjos

Na foto, Wesley e Alexei Bueno, poeta, crítico e escritor, especialista em Augusto dos Anjos.
Nossa escola esteve presente no Concurso Nacional de Poesias Augusto dos Anjos, por meio do nosso aluno premiado no Concurso de Contos e Poesias, Wesley, que abriu o concurso declamando a poesia "Versos de Mineiro".
sábado, 30 de outubro de 2010
Sobre o 1º Concurso de Poesias e Contos
O 1º Concurso de Poesias e Contos foi um sucesso e contou com a participação de professores, pais, alunos e autoridades. O Jornal Leopoldinense lançou uma matéria a respeito, que pode ser lida integralmente, clicando aqui!
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